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terça-feira, 28 de julho de 2009


A Ufologia preocupava-se inicialmente apenas com a observação do fenômeno até a descoberta da síndrome da abdução ou seqüestro.
Durante mais de quarenta anos, uma das maneiras de um indivíduo ser considerado louco era afirmar ao seu psiquiatra que tinha estado em contato com seres estranhos que desceram de um óvni. Já durante a década de 50, os profissionais de saúde mental, especialmente nos Estados Unidos, mostravam-se inclinados a considerar essas pessoas como personalidades mal ajustadas à sociedade. O tratamento aplicado estava destinado a induzir a um comportamento coerente com as normas sociais. Esses terapeutas foram desencorajados a expressar publicamente seu interesse a respeito de tais temas, devido ao fato de a maioria não ter condições de manter discussões sérias sobre o fenômeno óvni.


Já nos anos 80 e 90 despertou o que há de mais profundo em termos de pesquisa das origens e intenções alienígenas. Os últimos acontecimentos pareciam indicar que a relação entre profissionais de saúde mental nos Estados Unidos e as vítimas de óvnis estava começando a mudar radicalmente. Muitos médicos e cientistas de saúde começaram a discutir publicamente os tipos de terapias a serem ministradas nas vítimas de traumas, resultantes de contatos imediatos com óvnis e a terapia com hipnose regressiva tornou-se um dos mais importantes métodos empregados.

Na América do...

Norte, o surgimento de uma série inédita de conferências sobre o tratamento e investigação de traumas anômalos (TREAT – Treatment of Anomalous Traumas), organizadas pela psiquiatra Rima Laibow, serviu como ponto inicial para chamar a atenção de profissionais de medicina, psicologia e psiquiatria para vítimas ufológicas. O primeiro evento do gênero, que teve lugar em Fairfield, Connecticut, em maio de 1989, recebeu o nome de “Conferência Sobre o Tratamento e Investigação das Experiências de Traumas Anômalos”. Posteriormente, mais dois encontros tiveram lugar, respectivamente em fevereiro de 1990, no Instituto Politécnico e na Universidade Estadual de Blacksburg, na Virgínia, e em março de 1992, na Universidade do Kansas, em Kansas City.

A partir daí, surge então, mais recentemente, o trabalho do psiquiatra de Harvard, Dr.John Mach, que corajosamente enfrentou a ira de seus conservadores colegas de profissão, que tentaram manchar sua reputação com calúnias e comentários depreciativos a seu respeito. Em suas pesquisas com abduzidos, ele constatou que, com freqüência, as experiências de abdução seguem com uma família às vezes até por três gerações, e que a natureza imprevisível de sua recorrência é um dos aspectos mais angustiantes do fenômeno. Existem sintomas característicos manifestados pelas vítimas, diz ele, como por exemplo: sensação geral de vulnerabilidade, principalmente à noite; medo de escuro e de ficar sozinho à noite, dormir com a luz acesa (quando adulto), pesadelos e sonhos de estar em estranhas naves voadoras, ou enclausurado. Irritações na pele, cortes, furos ou outras lesões podem surgir da noite para o dia. Sangramentos nasais, queixas urológicas ou ginecológicas, além de dificuldade urinária durante a gravidez e sintomas gastro intestinais persistentes. Gravidez interrompida e implantes deixados nos corpos dos abduzidos ocorrem com intensidade, afirma John Mach.

Mas é o norte-americano Derrel Sims, chefe de investigação da “Found for Interactive Research and Space Technology”(FIRST), o mais conhecido pesquisador de implantes hoje em dia. Ex-funcionário da CIA e de outras agências de informação dos Estados Unidos, possui formação na área médica com especialização em hipnoterapia e hipnoanestesia. Atualmente, Derrel coleciona um conjunto de artefatos alienígenas retirados de humanos e acredita que uma explicação completa para o fenômeno óvni tem que necessariamente passar pela pesquisa da abdução e dos implantes. Ele vem trabalhando em parceria com a equipe cirúrgica do Dr.Roger Leir, trabalho esse que recebeu recentemente enorme atenção da mídia após a remoção de vários objetos estranhos do corpo humano de pessoas abduzidas.

As peças de metal no organismo desses pacientes estavam envolvidas num denso labirinto membranoso e numa trama de proteínas e coágulos. Os cirurgiões nunca haviam visto nada parecido em muitos anos combinados de trabalho. Dr. Leir foi avisado, antes das cirurgias, que se os objetos fossem de natureza alienígena, não haveria células inflamatórias e deveria haver células nervosas do tipo errado presentes. Depois de prontos os relatórios, Doutor Leir fez descobertas incomuns: não havia reações inflamatórias e os preceptores nervosos estavam presentes; havia células erradas para aquela parte do corpo.

Então, o “National Institute of Discovery Science” (NID) concordou em custear a pesquisa após uma rigorosa avaliação de 16 profissionais de altíssimo nível. Os objetos foram então transferidos para “Los Alamos” e, posteriormente, para o “Novo México Tech” para a realização de testes qualitativos e quantitativos, respectivamente. A conclusão, após meses de testes e grandes gastos, foi a de que as amostras eram de origem desconhecida. Ao que tudo indica, os objetos não são rejeitados pelo corpo humano, pois ficam “embrulhados” numa densa membrana fibrosa de material queratinoso própria da superfície cutânea.

Exames Laboratoriais: Descobriu-se que dois dos implantes são fortemente magnetizados ao longo do comprimento dos seus eixos, embora nenhum seja condutor de energia. Em um dos objetos foram encontradas uma substância amarelada e uma alta concentração de um elemento reflexivo que parecia cobre. A densidade da massa dos exemplares foi medida utilizando-se uma técnica de imersão baseada no Princípio de Arquimedes, a qual consiste em submergir os exemplares em um líquido de densidade já conhecida. Nesse caso, foi utilizado o tolueno, ao invés de água, para evitar qualquer hidrólise possível ou reações de oxidação com o material. A diferença entre as densidades dos exemplares foi considerada significativa.

O índice de dureza foi obtido através da média calculada entre os valores da densidade e o tamanho das ranhuras feitas com um micro cortador de ponta de diamante. Um dos objetos era duro, como quartzo ou aço, enquanto que o outro, relativamente macio, como calcita. Por causa do pequeno tamanho dos implantes, a análise química ficou limitada a uma estimativa qualitativa na qual foi utilizada espectroscopia de dispersão de energia a raios-x e uma unidade auxiliar de um microscópio eletrônico de varredura.

Como tais exemplares tinham uma membrana envolvendo-os, ao isolá-los foi necessário depositar uma pequena camada de carbono para evitar a carga elétrica, durante a leitura das imagens. Foi detectado maior quantidade de ferro, fósforo e cálcio e alguns traços de cloro. O espectro mostrado foi todo obtido num intervalo de tempo de um minuto. Como não existe virtualmente diferença nesse espectro, foi concluído que a composição do material era uniforme.

O importante a considerar aqui é o quadro clínico das vítimas de implantes alienígenas como um todo. Os resultados dos testes físicos dos implantes não são suficientemente substanciais para resolverem o mistério, por mais que se procure não abordar a presença alienígena no nosso planeta. As reais experiências dos abduzidos mostram que é necessário parar e pensar a respeito. A resposta para o enigma se encontra em algum lugar entre a Ciência e a psique humana.


Abduzidos tiveram implantes retirados após cirurgia na Califórnia

Data: 23/04/08

Sábado, 18 de maio de 1996, três pessoas passaram por uma cirurgia para a remoção de objetos estranhos incomuns de seus corpos, numa instalação médica em Granada Hills, Califórnia, próximo a Los Angeles. Duas das três pessoas, aparentemente, acreditam terem tido contato com seres alienígenas, os quais poderiam ter instalado os tão conhecidos implantes. A terceira pessoa disse não acreditar ter tido tal contato e que o objeto retirado poderia ter sido implantado sob sua mandíbula durante uma cirurgia dentária, há vários anos.

As cirurgias foram realizadas por uma equipe, encabeçada pelo doutor Roger Leir, e pelo hipnoterapeuta Derrel Sims, mesma equipe que realizou uma cirurgia de remoção de implantes similar muito discutida em agosto de 2007. Cerca de 30 observadores convidados lotaram uma pequena sala de reuniões, do lado de fora da sala de operações, para assistir os procedimentos através de um circuito fechado de TV. Dentre os presentes estavam Whitley Strieber e sua esposa Ann, Robert O. Dean e a esposa Cecília, o produtor de televisão Robert Kiviant, o cineasta Paul Davis, o advogado Daniel Sheehan, as hipnoterapeutas Debra Lindemann, Bárbara Lamb e Donna Higbee, e o editor da CNI News, Michael Lindemann, e alguns convidados japoneses.

As primeiras duas operações foram rápidas, ambos os pacientes eram mulheres, e cada uma teve um objeto similar removido da panturrilha da perna esquerda.

Os objetos estavam muito próximos da superfície e foram removidos através de uma simples incisão. Eles foram descritos pelo doutor Leir como “nódulos” de composição indeterminada, ambos tinham formato cilíndrico e mediam cerca de um centímetro de comprimento por meio de largura, e coberto por uma forma de tecido. O doutor Leir explicou que o tecido seria removido dos objetos e que seriam analisados separadamente e os resultados desses testes só estariam disponíveis após várias semanas ou mais. O que não ficou claro, de imediato, é se os objetos removidos das mulheres eram metálicos ou não.

Após a operação, através de anestesia local, a primeira mulher respondeu às perguntas da platéia que a observava. Ela disse que a primeira suspeita da presença do implante foi após ter descoberto uma marca inexplicável, em formato de colher, na panturrilha esquerda um ano antes. Radiografias subseqüentes constataram a presença de um objeto. Esta mulher, membro ativo da Mutual UFO Network (MUFON) local, considera-se uma abduzida e se diz convicta de que casos de abdução têm ocorrido em sua família por diversas gerações. Após tomar conhecimento do trabalho de Derrel Sims e do doutor Leir ela, voluntariamente, aceitou ter o objeto removido para estudos.

Disse, ainda, não ter experimentado nenhuma sensação de dor ou mudança em seu corpo durante ou após a cirurgia, e acredita ter outro objeto na orelha direita que também poderia ser removido para estudos. “Espero que os médicos vejam que isto é real. Muitas pessoas necessitam de ajuda e apoio. Não existem grupos de apoio. A maioria dos abduzidos não possui um sistema de apoio”, desabafou. A segunda paciente preferiu não fazer nenhum comentário público após a operação.

O terceiro operado, um homem de aproximadamente 30 anos, apresentou um quadro completamente diferente. Ele não acredita ter tido um contato imediato com alienígenas, pelo contrário, acredita que um objeto foi inserido na musculatura de seu pescoço, abaixo da mandíbula esquerda, durante uma cirurgia dentária de remoção de molar, há vários anos.

Naquela época, ele era um sub-contratado de um funcionário do Departamento de Defesa e o dentista havia sido recomendado pelo seu empregador. Não houve evidências de que o dentista ou o empregador estariam envolvidos na colocação de um implante neste homem. Mas de qualquer forma, afirmou que, após a cirurgia dentária, começou a ouvir duas vozes distintas em sua cabeça. Foi examinado e testado por diferentes especialistas num esforço de se livrar destas vozes perturbadoras, mas foi tudo sem sucesso. Finalmente passou por exames de ressonância magnética e radiografias, que claramente revelaram a presença de um objeto estranho no tecido logo abaixo da mandíbula esquerda.

A operação para a remoção deste objeto foi muito mais difícil do que a das duas cirurgias anteriores. Um dispositivo chamado fluorimetrômetro foi utilizado para localizar o objeto durante o procedimento. O doutor Leir afirmou que sem esse dispositivo seria extremamente difícil remover o objeto, que estava a dois centímetros abaixo da superfície e coberto por tecido gorduroso. A partir do momento da primeira incisão, os cirurgiões levaram 31 minutos para removê-lo.



O objeto aparentava ser metálico de cor cinza-prateada e no formato de um pequeno disco chato, com aproximadamente três milímetros de diâmetro. O interessante é que não havia nenhuma cicatriz na face do homem que indicasse a penetração de tal objeto pelo lado de fora. Há suspeitas que o artefato tenha sido inserido pelo lado de dentro da boca. O homem recebeu uma anestesia local e estava apto a sair da clínica imediatamente após a conclusão da cirurgia e se recusou a responder perguntas.O fato de objetos estranhos terem sido encontrados nos corpos de abduzidos, abrem um novo capítulo nas pesquisas sérias sobre a possibilidade de encontros entre humanos e outras inteligências.

A possibilidade de que o objeto removido do terceiro paciente possa ter vindo de um agente humano, aponta para um mistério muito diferente e potencialmente alarmante: Este homem foi cobaia de algum experimento de algum tipo de controle da mente? O objeto seria possivelmente um marcador ou algum dispositivo de rastreamento? As vozes na cabeça dele pararão agora que o objeto foi removido?

O autor Whitley Strieber, um dos observadores dessas cirurgias, elogiou a coragem dos três pacientes e dos esforços pioneiros da equipe de Leir-Sims. Strieber disse acreditar ter um ou mais implantes em seu corpo e que pretende removê-los o mais rápido possível para estudos em instalações de pesquisa em sua cidade natal, San Antonio, Texas.

Fonte: Adaptação de texto: Yolanda Hollaender/Linksduzão

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