Mais lidos

terça-feira, 28 de julho de 2009

"Governos das potências mundiais não admitem, mas já têm planos para o dia do encontro com outras espécies"


Confrontados com o questionamento sobre a existência de vida extraterrestre, os cientistas se dividem.
Dentro da comunidade acadêmica, os que são céticos alegam que apenas formas de vida muito simples poderiam ser encontradas em outros planetas, mas insistem em que a vida inteligente somente é possível na Terra. Baseiam-se no fato de que nosso mundo possui atributos físicos únicos, incluindo um campo magnético que desvia raios cósmicos mortais e uma Lua que absorve asteróides e faz com que o eixo vertical do planeta não flutue loucamente.

Estas características protetoras, que não estariam presentes facilmente em outros orbes espalhados pelo cosmos, fariam da Terra um lugar singular e seguro para a evolução de formas primitivas em seres inteligentes.


No lado oposto, cientistas mais ousados lançam mão de equações matemáticas complexas para demonstrar a possibilidade de haver vida extraterrestre no espaço exterior. Baseiam-se, principalmente, na famosa Equação de Drake, que une a probabilidade de descobrir inteligência extraterrestre a fatores diversos e mensuráveis, como o tamanho do universo e o número de estrelas com sistemas e planetas parecidos com o nosso.

Com o descobrimento de novos planetas além do Sistema Solar, os chamados exoplanetas – até agora já encontramos cerca de 300, e a cada dia surgem novos registros –, aumentam as probabilidades de encontrarmos vida inteligente fora da Terra. Ou seja, o que é óbvio para os ufólogos há décadas, começa a ser uma suspeita para certos segmentos da comunidade acadêmica.

O primeiro contato

Apesar deste desencontro entre os diversos segmentos científicos, que ainda estão longe de abraçar unânimes uma posição quanto à existência de outras espécies inteligentes no universo, os Estados Unidos, assim como outras potências mundiais, já têm preparada uma série de dispositivos de emergência nuclear e de defesa biológica para quando ocorrer o primeiro contato em massa com uma civilização extraterrestre.

Pouca gente sabe disto, mas o governo norte-americano estima que isso possa de fato ocorrer, e encara tal situação de maneira similar a uma invasão de seu território por outra potência, com um conjunto de medidas que podem ser implementadas de imediato. E se é assim, é certo que reconhecem que estamos mesmo sendo observados por outras formas de vida – porque, se não fosse assim, que razão teriam os EUA para se prepararem para isso, com tantos esforços e gastos?

Uma possibilidade que se aguarda é a de que a humanidade venha a saber da existência de civilizações extraterrestres de modo oficial, isto é, que obtenhamos a prova indiscutível de que não estamos sós. A comunidade ufológica defende que esta prova já existe há décadas, abundantemente, mas que as potências mundiais a escondem em seu processo de acobertamento ufológico.

Para a comunidade acadêmica, a prova teria que vir de esforços como o Projeto SETI[Search for Extraterrestrial Intelligence ou Busca por Inteligências Extraterrestres], que, com financiamento privado, usa radiotelescópios do mundo inteiro para varrer o céu e, assim, captar sinais de rádio eventualmente emitidos por civilizações avançadas. Nada além disto é sequer cogitado pelos meios científicos.

Porém, se alguma destas civilizações receber a mensagem que estamos enviando, a entender e responder, ou se por acaso também estiver emitindo sinais, poderemos ainda levar muitos anos e até décadas para saber, por causa das enormes distâncias que nos separam. Isso apenas retardaria nossa preparação para o primeiro contato oficial em escala global.

Muitos imaginam o encontro com ETs sendo feito com uma revoada de naves e os governos levam isso a sério.






Adolfo Gandin Ocampo/Revista UFO
/Linksduzão

Copyright © Isso dá Medo - KYLE